sábado, 19 de março de 2011

Arte ao ar livre


Tempos atrás fiz uma postagem sobre as obras de Monet, pin
tor impressionista francês, por quem sou apaixonada.
Hoje vou falar e mostrar um pouco dos seus belos jardins, que é ponto de visitação até hoje.

A sua casa está localizada em Giverny, na França, uma cidade pequena, distante 70 km de Paris.
Lá Monet criou um verdadeiro paraíso natural, com inúmeras espécies de flores, plantas ornamentais e exóticas.
Na verdade ele misturou flores mais simples com variedades mais raras.

Uma parte da propriedade é ocupada pelo jardim japonês, que possui um riacho, e pequenas pontes contribuem para dar um ar mais romântico ao local.
Lá se encontram as famosas Ninfeias que Monet pintou em muitas obras. Ele utilizava barcos para manutenção e limpeza das águas.
No final de sua vida, ele havia plantado mais de 1.800 espécies de plantas e flores, que conviviam numa harmonia única, cada qual com sua floração em data específica, planejada; desta maneira o jardim se mantinha belo e florido durante todos os meses do ano.

Monet se impressionou com Giverny, sua natureza, suas flores, com a luz, com as cores, e desde o início ele criou com o local uma relação de cumplicidade, de emoção e arte.
Arte ao ar livre.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Arte de esculpir plantas


Eu sou grande apreciadora desta técnica artística, chamada topiária ou topiaria.
Acho de uma beleza ímpar e que exige mãos de mestre.





A palavra topiaria vem do latim topiarius e significa “a arte de adornar os jardins”. É uma técnica avançada de jardinagem que tem por objetivo dar formas esculturais às plantas.

É uma arte antiga, cuja origem remonta a 500 a.C. Foi explorada nos jardins suspensos da Babilônia. Na Inglaterra, os jardins formais abusavam das plantas topiadas, assim como em Roma.

Entretanto, a grande difusão dessa arte se deu por meio do paisagista André Le Nôtre, na criação de um dos jardins mais bonitos do mundo , no Palácio de Versalhes, na França, em 1662.

Arte sofisticada, a topiaria não é muito usada no Brasil. Sua presença no paisagismo está historicamente relacionada com a nobreza e o clero. A técnica atravessou séculos nos monastérios e castelos medievais, retornando com grande popularidade no Renascimento, sendo elemento constante nos jardins formais ingleses, holandeses, italianos e franceses.

Com a revolução paisagística provocada pelos jardins informais ingleses no século 18., a topiaria perdeu força. No Brasil, os jardins tropicais de Burle Marx são avessos às topiarias, assim como qualquer técnica que modifique a forma natural das plantas.

Contudo, a topiaria sobreviveu às intempéries, mesmo sendo rotulada de cafona e antiquada.
Ela re
ssurgiu nos jardins contemporâneos e minimalistas, com formas geométricas simples ou abstratas, que conferem modernidade aos ambientes.
Aqui topiaria feitas em vasos.
Nos jardins orientais, elas também são bem-vindas, desde que tenham formas naturais de plantas, à semelhança da arte bonsai

domingo, 6 de março de 2011

Bolsas muitas bolsas

Bom dia para todos

Hoje vou falar de um assunto, melhor dizendo, um acessório adorado e indispensável para todas as mulheres; as bolsas e carteiras, que atualmente são conhecidas como clutcher.

Aproveitando apresento um designer de bolsas mineiro, de Raposos, ( sé é que vocês já não conhecem seu trabalho), o Roberto Vascon.Sua vida daria um belo livro, pois inclui desde dormir ao relento em Nova York, labutando daqui e ali, até ser descoberto por uma jornalista do New York Times, vendendo suas bolsas numa esquina da cidade.




As bolsas que Vascon faz são manufaturadas, ninguém terá uma peça igual a sua, e esse diferencial de exclusividade é uma de suas marcas registradas.

Compensa pagar mais para usar uma bolsa de qualidade, com modelos maravilhosos para todos os gostos e estilos.

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